Dia 19 de abril foi o dia das provas online dos alunos concorrentes selecionados para esta fase interconcelhia.
Estão abertas as inscrições para mais uma edição do Concurso nacional de leitura - 16.ª edição.
Inscreve-te na Biblioteca Escolar.
Hoje foi o grande dia da prova de palco na Alenquer com a qual se concluiu a fase intermunicipal do Concurso Nacional de Leitura.
Foi um grande dia para os alunos selecionados com base na prova escrita e um grande desafio para a aluna Constança Morais que representou muito bem o nosso agrupamento.
Alunos a receber os prémios de participação na prova escrita online.
Parabéns Constança!
Celebramos a festa da leitura nesta 15 edição do Concurso Nacional de Leitura, com a qual iniciamos a Semana da Leitura no nosso agrupamento.
Este ano quisemos prestar uma homenagem a Luís Sepúlveda com a proposta da leitura de quatro obras deste autor, fazendo deste evento algo ainda mais especial. Para isso contamos com as parcerias do AE Cadaval, Biblioteca Municipal do Cadaval e da autarquia.
Como já vem sendo tradição a rede de bibliotecas do concelho do Cadaval organiza esta festa em dois momentos muito especiais.
Na tarde de 4 de março, dedicada aos alunos da escola sede, com alunos do 2.º ciclo ao secundário, e apresentada pela Dra. Tânia Camilo, contamos com os elementos do júri a nossa vice-diretora Carla Aires, a CIBE Paula Ribeiro e a Arquiteta Joana Botelho nesta desafiante tarefa de apurar os alunos representante do agrupamento na fase intermunicipal que se realizará em Alenquer, dia 21 de Abril.
Veja aqui a reportagem fotográfica do evento
Agradecemos o delicioso lanchinho que as funcionárias do bar prepararam para este evento e todo o apoio dos docentes, funcionários e alunos que possibilitaram o sucesso desta tarde da Festa da Leitura.
2.º dia
Na manhã do dia 7 de março, na sala de eventos da Biblioteca Municipal do Cadaval, junta-se a equipa das professoras bibliotecárias, a bibliotecária " capitã de equipa" e apresentadora do concurso Dra. Tânia Camilo, os membros do júri - Carla Aires, Anabela Amaro e Vera Moura - para a realização das provas do concurso que tem por base a leitura da obra História de um gato e de um rato que tornaram amigos de Luís Sepúlveda.
O júri muito concentrado e a apresentadora em ação...
Parabéns a todos!
Alunos apurados:
1.º ciclo
Maria Ramos
Gonçalo Correia
Faz a tua inscrição aqui:
https://forms.gle/fEXNQJzRQizkjVvNA
Os livros a ler:
Max vive em Munique com os seus pais e irmãos - e com Mix, o seu inseparável gato preto com uma mancha branca na barriga. Amigos desde a infância, quando Max cresce e decide mudar de casa, leva Mix consigo. Mix adora viver no novo apartamento. Mas quando Max começa a trabalhar e não pode estar tanto tempo em casa, Mix, que está a envelhecer e a perder a visão, sente-se cada vez mais sozinho.
Um dia, Mix ouve uns passinhos suaves vindos da despensa e descobre que há um ladrão a comer os cereais crocantes do dono. Esperto, Mix deixa-se ficar quieto e, de repente, com a rapidez de outros tempos, estica a pata e sente o corpo trémulo de um minúsculo ratinho. Mex, como é batizado, é um ratinho mexicano, muito medroso e charlatão. Mas os verdadeiros amigos apoiam-se um ao outro e juntos aprendem a partilhar o que de melhor têm dentro de si.
Baseado num episódio da vida de um dos filhos de Luis Sepúlveda, a "História de Um Gato e de Um Rato que se Tornaram Amigos" oferece-nos uma vez mais uma fábula singela e divertida sobre o verdadeiro valor da amizade.
Os caracóis que vivem no prado chamado País do Dente-de-Leão, sob a frondosa planta do calicanto, estão habituados a um estilo de vida pachorrento e silencioso, escondidos do olhar ávido dos outros animais, e a chamar uns aos outros simplesmente «caracol». Um deles, no entanto, acha injusto não ter um nome e fica especialmente interessado em conhecer os motivos da lentidão. Por isso, e apesar da reprovação dos restantes caracóis, embarca numa viagem que o vai levar ao encontro de uma coruja melancólica e de uma tartaruga sábia, que o guiam na compreensão do valor da memória e da verdadeira natureza da coragem, e o ajudam a orientar os seus companheiros numa aventura ousada rumo à liberdade.
3.º cicloDe uma concha apanhada por uma criança numa praia chilena, ao Sul do Mundo, uma voz se eleva, cheia de lembranças e sabedoria. É a voz da baleia branca, o mítico animal que durante décadas tem guardado as águas que separam a costa de uma ilha sagrada para os povos nativos daquele lugar, o Povo do Mar. O cachalote da cor da lua, a maior das criaturas do oceano, conheceu a imensa solidão e a imensa profundidade do abismo e dedicou a sua vida a cumprir fielmente a tarefa misteriosa que lhe foi confiada por um cachalote-ancião, resultado de um pacto há muito tempo estabelecido entre baleias e marinheiros. Para cumpri-lo, a grande baleia branca teve de proteger aquele mar de outros homens, estranhos, que com os seus navios ali chegavam para tirar tudo sem respeitar nada.
Foram sempre eles, os baleeiros, a contar a história da temida baleia branca, mas agora é chegado o momento de ouvirmos a sua voz na velha língua do mar.
Um adolescente, fascinado pela leitura de Moby Dick, aproveita as férias de verão para embarcar num baleeiro e conhecer, nos confins austrais do continente americano, as terras onde o mundo termina. Muitos anos depois, já adulto, jornalista e membro ativo dos movimentos ecologistas, o acaso fá-lo regressar a essas paragens distantes por uma razão distinta mas talvez igualmente romântica: a fauna marítima que habita as águas gélidas e impolutas desse mundo do fim do mundo está a ser destruída pela ação criminosa de navios piratas.
Partindo de um exercício ficcional de evocação da memória juvenil, impregnado de aventura e deslumbramento, Luís Sepúlveda traça um belíssimo roteiro do Chile Austral. Simultaneamente, põe a descoberto os obscuros interesses internacionais que sustentam a caça ilegal de espécies protegidas, aqueles que a praticam e aqueles que corajosamente a combatem, transformando a narrativa numa demanda pela salvação da vida do seu mar.








