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segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Cinenima na Biblioteca escolar

 

                                                               Sessão de cinema na BE1

O cinema e as curtas-metragens de animação desempenham um papel pedagógico vital no 3.º Ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário, funcionando como ferramentas que vão muito além do entretenimento. Em 2025, o Plano Nacional de Cinema (PNC) continua a promover o cinema como uma via essencial para a literacia visual e o pensamento crítico dos jovens.Numa era saturada de estímulos visuais, o cinema ensina os alunos a "ler" imagens e a compreender a construção narrativa e estética.

Numa articulação entre a BE e a coordenadora do Plano Nacional do Cinema do nosso agrupamento foi realizada a semana do cinema ente 28 de outubro a 5 de novembro com a participação de várias turmas do 3.º ciclo e ensino secundário. Nestas sessões foram visionadas e debatidos diversos temas relacionadas com a preservação da natureza, a inclusão, as relações humanas, os direitos humanos entre outros temas ligados à área da cidadania e desenvolvimento.


Com estas sessões procurou-se desenvolver valores humanos associados à literacia visual e artística, contribuindo para a formação geral dos alunos.

segunda-feira, 10 de outubro de 2022

1.º ciclo de cinema na Biblioteca Escolar


Para comemorar o dia  internacional da animação- 28 de outubro - e o dia do cinema - 5 de Novembro, a Biblioteca Escolar 1 convida ao visionamento dos filmes de animação - Princesa Mononoke e Castelo Andante, ambos de Hayao Miyazaki e um filme icónico que aborda a história do início do cinema - A Invenção de Hugo Cabret.




A BE transforma-se em sala  de cinema, tirando proveito dos quadro eletrónicos que servem de tela de cinema.
Este primeiro ciclo de cinema na BE 1 é dedicado à animação, com uma pequena homenagem implícita a Hayao Myazaki e a George Méliès.






Terminamos dia 10 de novembro este ciclo de cinema na BE agradecendo a todos os participantes.



sexta-feira, 1 de abril de 2022

Semana do agrupamento: Exposição - Livros imaginários

 Decorrente das atividades desenvolvidas nas sessões desta oficina criativa Livros imaginários- Diários de escritas, com as turmas do 7.º ano, organizamos uma pequena mostra dos trabalhos dos alunos, os quais vão estar expostos na semana do agrupamento e durante o mês de Abril.


Este desafio constituiu uma oportunidade de trabalhar múltiplos tipologias textuais utilizadas pelos editores na promoção dos livros - biografias, texto de opinião, pequenos extratos do texto - associadas à criatividade da apresentação visual do objeto. Neste caso, uma capa que " fala" com os seus leitores.
Uma capa que sugere o género literário escolhido por cada aluno.
São múltiplas as opções de ilustração com recurso a imaginação e variedade de materiais.



As contracapas são um desafio particular na apresentação do livro.
Não há regras rígidas. 
As badanas também foram suporte de textos publicitários de apresentação dos autores, das suas obras e convites à leitura.
Esta atividade é desenvolvida no âmbito de diários de escritas, uma proposta do Plano de recuperação de aprendizagens ESCOLA+ 21|23 e contribui para a concretização dos ODS 4 - Educação de qualidade e ODS 17 - Parcerias e meios de implementação.
Parceria estabelecida com a docente de Português para o desenvolvimento da escrita.






quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

Poesia da Natureza - composições artísticas para a celebração do dia da Floresta autóctone




Nesta nova edição da celebração do dia da floresta autóctone lançámos o desafio da descoberta das árvores e arbustos que nos rodeiam.

 Este ano, a exposição apresentam as composições artísticas inspiradas na natureza aliadas à forma poética da poesia japonesa o Haiku, bem como a evocação das composições de colagens de Henri Matisse, um pintor francês que também se inspirou nas folhas e outros elementos naturais para realizar composições pictóricas, como neste exemplo:

pormenor de composição com pintura e colagens, Henri Matisse

Assim os alunos do 7.º ano em Educação Tecnológica, explorando o papel como material e as técnicas do recorte, desenvolveram não só a motricidade fina, como também elaboraram as suas propostas de composições visuais, trabalhando a cor,  a partir de folhas de papel recortadas, tendo sempre como ponto de partida a natureza e as suas cores dando origem a diferentes composições que são uma sinfonia de tema e variações.


Na disciplina de Português, o Haiku foi a forma poética explorada pelos alunos do 9.º ano, para a criação de poemas - três versos que captam um breve momento de observação e reflexão do sujeito poético eternizado pelo ato da escrita.




Esta exposição contribui para o conhecimento do currículo local, com o conhecimento das plantas que nos rodeiam e promove os ODS 4- Educação de qualidade e 15 - Vida na Terra bem como a literacia digital, ambiental, artística e literária.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Let's paint ... LOVE Vamos pintar ....o AMOR

 Lançado o desafio, Let's paint LOVE, em parceria com o grupo de Inglês do 2.º ciclo e Educação Visual.  partilhamos os trabalhos recebidos dos nossos pequenos artistas que sempre nos surpreendem com a sua imaginação e criatividade. 

Esperamos que este desafio tenha contribuído para um pequeno momento divertido de construção criativa em família.

   Veja aqui  os trabalhos dos pequenos artistas do 1.º ciclo.


Veja aqui o segundo álbum ( trabalhos em PDF)




Veja aqui os trabalhos dos artistas no  álbum do 2.º ciclo








E finalmente, os prémios para os nosso artistas, cortesia da Direção do nosso AEC.




Parabéns aos alunos vencedores
Os trabalhos vencedores estão publicados na revista do agrupamento.

Obrigado a todos os participantes..


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Let's paint love - Celebrating Saint Valentine's Day




 Para celebrar Fevereiro o mês do Amor, e em parceria entre a BE, inglês e EV, os alunos dos 1.ºs e 2.ºs ciclos são convidados a completar e realizar uma ilustração livre  da frase Love is ..

Todos os trabalhos são enviados para o mail biblioteca@agrupcadaval.com devidamente identificados com o nome e turma do aluno.

Todos os trabalhos serão publicados neste blog e eventualmente realizaremos uma exposição na BE.





quinta-feira, 25 de junho de 2020

Programa Cientificamente Provável | Desafio 2 - Nós e as palavras

No âmbito do desafio 2 do Projeto Cientificamente Provável, Nós e as imagens, foram realizadas três sessões em videoconferência com Simão Valente, professor universitário e investigador do Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa para os alunos do 9.º ano  orientados pelas docentes Aida Santos e Sónia Abreu respetivamente. Estiveram também presentes a mentora deste projeto, Joana Botelho e a PB Helena Prieto.


Decorrente do primeiro vídeo da série intitulada Ways of seeing de John Berger transmitido pela BBC 2 em 1972, disponível no YouTube, surge a apresentação de Simão Valente, que nos vem explicar o que ele chama a “Pré-História da Imagem”, a evolução da imagem e de algumas conceções de representação, os códigos que subjazem a uma gramática da imagem e que vão evoluindo, passando das imagens sagradas nas igrejas com códigos convencionais muito rígidos de representação dos seres divinos a uma progressiva humanização do divino e posteriormente a uma centralidade do humano. A este desenvolvimento na representação aliam-se os meios mecânicos e a divulgação em massa de fotografias e de reproduções de arte através de livros, postais, posters, etc. que torna fácil o acesso à imagem, mas que subverte e descontextualiza a mensagem das imagens e a relação que com elas se cria. Especialmente no século XX e XXI, com a evolução dos mass media como o cinema, a televisão, os novos media, a imagem têm um papel central na comunicação e “ invade” o espaço cultural, alterando a relação entre quem vê e o que é mostrado, uma vez que muito do que é mostrado nos aparece em contextos diferentes do inicial. Por exemplo, é muito diferente ver uma pintura no seu “ lugar” contextual – na igreja, no museu ou galeria de arte – ou num postal, livro ou até filme. Isto porque o contexto físico também faz parte da mensagem, o que faz com que o valor da imagem se altere e adquira diferentes significados. Da obra de arte, única e original, passou-se para um sistema de cópias infinitas totais e parciais – recortes -. A banalização leva à familiaridade. E, esta também muda a interpretação e a relação com a imagem. Observar um quadro num museu, como a Mona Lisa (Museu do Louvre), é uma experiência muito diferente de o ver num postal ou impresso num livro de arte. Observar toda uma pintura ao vivo é diferente de ver partes.

O enterro de Cristo de Fra Angelico

A história da imagem é também a história da forma como nos relacionamos com ela e como interpretamos a sua simbologia. Por exemplo, em O enterro de Cristo (1450) uma pintura de Fra Angelico (1395-1455) que está na Alte Pinakothek de Munique, Alemanha, identificamos seres divinos, as figuras sagradas, como Cristo pelas auréolas douradas em volta da cabeça das personagens. Estas são sempre representadas desta forma, evocando um plano para além do humano. Estas pinturas encontram-se nas igrejas e são utilizadas para contar as histórias bíblicas. Interagem assim com os plano do religioso e sagrado, num espaço também ele sagrado.

O sepultamento de Cristo de Ticiano

O enterro do Conde de Orgaz de El Greco

Com o Renascimento há uma humanização das personagens retratadas. Nesta pintura de Ticiano, (1490-1576), O sepultamento de Cristo (1559) que está no Museu do Prado, Madrid, Espanha, a situação retratada é a mesma: a morte de Cristo. Mas, este aparece retratado de uma forma que o coloca num plano mais humano. 

Pormenor do plano terreno representando personagens humanos de estatuto social  importante- nobreza, alto clero

Posteriormente, o tema da morte, aparece em pinturas como O enterro do Conde de Orgaz (1587) de El Greco (1549-1614), pintura que se encontra na Igreja de São Tomé em Toledo, Espanha, representando personalidades importantes da Alta Nobreza, tem como personalidade central o Conde de Orgaz. Todavia os elementos ligados ao plano do sagrado mantem-se presentes – Cristo, anjos, santos-.


Pormenor do plano divino - Os seres divinos assistem ao funeral deste humano importante - o Conde de Orgaz

Enterro em Ormais  de Gustave Courbet 

Já no século XIX, com O enterro de Ormains (1850) de Gustave Courbet (1819-1877), que se encontra no Museu D’Orsay, Paris, França, observamos uma outra evolução na pintura que, por esta altura, inclui temas do mundo quotidiano. Trata-se da representação do ritual do funeral de uma pessoa comum, sem estatuto divino ou social importante, em que os símbolos do divino são eles próprios representados – A estátua de Cristo aparece no crucifixo. É a arte dentro da arte. O tema central é o mesmo, mas vamos assistindo a uma evolução: Cristo Divino, Cristo Humano, Humano Importante, Humano “ quotidiano”. Este exemplo mostra como as representações do tema da morte evoluíram para progressivamente ficarem mais próximas de nós, chegando assim ao ponto de partida desta apresentação que teve início com o visionamento de um extrato de um vídeo representando um ritual funerário naGanda. Mas, todas estas pinturas, desde o Renascimento ao Realismo, têm em comum a tristeza e sofrimento que estão associados à perda de entes queridos, ao contrário do que nos é mostrado no vídeo, onde os cangalheiros dançam ao ritmo de uma música animada que acompanha o cortejo fúnebre, mais como uma festa, o que na nossa cultura é impensável. O modo como interpretamos a imagem está relacionado com os nossos valores culturais.



Documentário da BBC sobre os Cangalheiros do Ganda


Algumas opiniões dos alunos

Eu gostei muito da apresentação pois fala de aspectos que nós nunca
pensamos e bastante interessantes. A parte que gostei mais foi a parte do
meme do caixão.

Rafael


Eu gostei da sessão do investigador Simão Valente, foi uma aula diferente onde podemos
aprender diversas coisas e ter outros tipos de conhecimentos.

Eliana

A minha opinião sobre a “aula” dada pelo professor Simão Valente é
bastante positiva… achei bastante interessante para além
da motivação e alegria que o professor consegue transmitir para
cada um de nós, fiquei a perceber e a atender coisas novas de
diferentes maneiras.

Beatriz

O que eu achei sobre a videoconferência com o investigador Simão Valente foi gira gostei
aprendi coisas que eu nem sabia, gostei muito da parte quando o investigador Simão Valente
pós aquele vídeo sobre aqueles homens do caixão só não gostei foi quando ele explico o vídeo
depois mas resto eu gostei muito.

Rafael






quinta-feira, 28 de maio de 2020

Programa Cientificamente Provável - Desafio 2 : AS imagens e Nós

Programa CEC COMUNIDADE

Desafio 2

“Missão Possível? não é obrigação, é reflexão!”

 

Tema

As Imagens e Nós


image.png

 

 

Sinopse

 

Quem estiver a ler estas palavras vai vê-las rodeadas de imagens: a fotografia de uma sala de aula na página de Facebook da escola ou da biblioteca, ou a publicidade ao lado do artigo de jornal noutro separador, ou as dezenas de memes guardados numa pasta do computador ou no telemóvel. Antes ou depois de se ler este texto, os nossos olhos vão contemplar imagens rapidamente acessíveis, à distância de poucos movimentos dos nossos dedos. Contudo, nem sempre foi assim.

Durante séculos, a representação visual do mundo estava reservada ao quadro no museu ou na igreja. John Berger, historiador da arte, leva-nos a pensar de que maneira nos relacionamos com as imagens à nossa volta.
Tu vês, mas sabes ver?

 

 

Fonte: "Ways of Seeing, John Berger, Episódio 1"

https://www.youtube.com/watch?v=dijaKEzXzD8&t=1570s  

 

 

NOTA Este desafio poderá ser coadjuvado com uma Oficina de Cultura Visual, com a duração de 50 minutos, à distância, orientada pelo Investigador Simão Valente.

 

 Short bio

Simão Valente é professor auxiliar convidado na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde ensina Literatura Comparada. Doutorou-se em Línguas Medievais e Modernas na Universidade de Oxford, onde foi leitor de português e codiretor do Centro Camões. Anteriormente, obteve mestrados em Literatura Francesa e Comparada, pela Universidade de Estrasburgo, e em Estudos Italianos, Ciências da Linguagem e Culturas Literárias Europeias, pela Universidade de Bolonha. É investigador no Centro de Estudos Comparatistas da Universidade de Lisboa.


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sábado, 23 de maio de 2020

Fernanda Botelho - Artes plásticas e Literatura


Dia do autor Português - Fernanda Botelho revisitada

A 22 de maio celebra-se o dia do autor português. Quisemos aqui recordar Fernanda Botelho ( 1926-2007), escritora que tem estado sempre muito presente nas atividades desenvolvidas na Biblioteca Escolar do Cadaval desde 2015/16, enriquecendo e valorizando  o currículo local através de um conjunto de iniciativas para docentes e alunos promovidas em parceria com a Associação Gritos da Minha Dança, cuja fundadora é a mentora dos vários projetos literários e artísticos aos quais diversos docentes do nosso agrupamento se têm associado, integrando estas atividades no currículo das diferentes disciplinas.
Relembramos aqui algumas das atividades do Projeto Terra Sem Musica, desenvolvido em 2016//17 que nos colocou bem mais próximo da vida e obra da escritora.
Exposição casa- museu Fernanda Botelho na BE




Ateliers de música e pintura



Visita Guiada à casa Museu de Fernanda Botelho 



Concurso de escrita Criativa




quinta-feira, 5 de março de 2020

Programa das Artes Fernanda Botelho - sessão de curadoria com Cláudia Cordeiro

No âmbito do Programa das Artes Fernanda Botelho, foi hoje realizada na biblioteca escolar do AE Cadaval a primeira sessão de curadoria com a arquiteta e curadora Cláudia Cordeiro, fundadora de Apaixonarte, para os alunos das turmas   B e C do 9.º ano.



Convidada especial pela mentora do Programa das Artes Fernanda Botelho,  Joana Botelho, Cláudia Cordeiro veio partilhar a sua rica e diversificada experiência profissional no âmbito da curadoria.


Os alunos tiveram, assim, a oportunidade de compreender todo o processo de curadoria de uma exposição artística que envolve muitas etapas de preparação da exposição, à sua divulgação nos média, à composição de materiais de divulgação como catálogos digitais, folhetos, videos (teasers) entre outros.
Através de uma série de exemplos de diferentes exposições artísticas, já realizadas na galeria desta curadora,   os alunos puderam observar as diferentes relações entre as obras e os espaços de exposição e as suas consequências no dinamismo e interação dos visitantes com as obras expostas e o espaço.
Esta sessão visa alargar os horizontes dos alunos e dotá-los de conhecimentos a aplicar nos trabalhos práticos dirigidos por Joana Botelho para abordar de uma forma transdisciplinar a obra da escritora Fernanda Botelho.











sábado, 28 de setembro de 2019

Outubro - Homenagem a Sophia III




Continuamos o nosso ciclo de homenagens a Sophia de Mello Breyner Andresen que faz este ano 100 anos de nascimento a 6 de Novembro.
Desta vez escolhemos realizar uma ilustração para um poema sobre o mar, um tema recorrente na poesia desta autora. Para despertar o gosto pela leitura, sugerimos alguns títulos que estão expostos em destaque.










Deixamos um desafio às turmas:
Ilustração de um poema de Sophia. A melhor ilustração será publicada na revista da AEC.
Desejamos Boas Leituras